BALÕES PORTUGAL

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sábado, 14 de junho de 2014


FESTAS DE LISBOA/2014
MARCHA DE ALFAMA É BI-CAMPEÃ DAS MARCHAS POPULARES DE LISBOA


Mais uma vez, a Marcha de Alfama venceu o concurso das Marchas Populares de Lisboa de 2014, obtendo assim o primeiro lugar com 246 pontos, seguidos das Marchas de Alcântara que obteve o segundo lugar com 236 pontos e Bairro Alto em terceiro lugar com 226 pontos.
Depois de terem-se exibido há uma semana atrás no Pavilhão Meo Arena, todas as marchas populares voltaram a se exibir no grandioso desfile da Avenida da Liberdade na noite de Santo António (dia 12). Repleta de milhares de pessoas entusiastas das tradições Antoninas e perante uma noite de festa quente e espetacular, Lisboa parou para ver as marchas populares desfilarem com toda a beleza e colorido a que habitualmente nos proporcionam todos os anos.
Participaram este ano 20 marchas a concurso, avaliadas nas categorias de Coreografia, Cenografia, Figurino, Melhor Letra, Musicalidade, Melhor Composição Original e Desfile da Avenida.
A comemoração dos 400 anos da publicação da “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto foi o tema escolhido para este ano.
A classificação geral das Marchas Populares 2014 foi a seguinte:
1º Alfama - 246 pontos
2º Alcântara - 236 pontos
3º Bairro Alto - 226 pontos
4º Alto do Pina - 218 pontos
5º Bica - 212 pontos
6º Madragoa - 206 pontos
7º Carnide - 201 pontos
8º ex-aequo - Ajuda, Graça, Lumiar e Mouraria - 200 pontos
12º Marvila - 199 pontos
13º Campolide -198 pontos
14º Beato -194 pontos
15º-Castelo -192 pontos
16º São Vicente - 188 pontos
17º Santa Engrácia - 185 pontos
18º Benfica - 182 pontos
19º Bela Flor - 166 pontos
20º Belém - 162 pontos
Desfilaram ainda extra-concurso as Marchas dos Mercados, do Parque das Nações e a  da Voz do Operário.
Publicamos algumas imagens desta grande Noite de Santo António abrilhantadas pelas Marchas Populares de Lisboa.
Fotos: Armindo Ribeiro / Câmara Municipal de Lisboa

quarta-feira, 11 de junho de 2014


FESTAS DE LISBOA/2014

“CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO”
LISBOA CUMPRE A TRADIÇÃO
NO DIA 12 DE JUNHO
OS CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO TIVERAM INÍCIO EM 1958, POR INICIATIVA DO DIÁRIO POPULAR, TENDO SIDO INTERROMPIDOS EM 1974 E RETOMADOS EM 1997 POR INICIATIVA DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA. DESDE ESSA ALTURA, MANTÊM O MESMO MODELO: 11 CASAIS CELEBRAM O CASAMENTO EM CERIMÓNIA RELIGIOSA CATÓLICA E 5 EM CERIMÓNIA CIVIL. DESDE 1997, JÁ CASARAM 272 CASAIS – E NESTA QUINTA-FEIRA PASSARÃO A SER 288.


Constituem um inegável património cultural da cidade de Lisboa e são acompanhados de perto por milhares de pessoas, ao vivo mas também via emissão em direto na RTP1 e RTP Internacional.
Nesta edição, o espírito de integração dos lisboetas é celebrado no tema dos Casamentos de Santo António; «Lisboa é uma cidade cosmopolita», onde várias culturas se misturam e formam uma nova cidade, cheia de referências a outros locais.
Na festa de 2014 estarão presentes oito «Casais de Ouro», ou seja, casais que se uniram em 1964 no âmbito da iniciativa então designada como «Noivas de Santo António». Também estes casais experientes desempenharão um papel importante na celebração, com a bênção das alianças e a presença ativa em toda a cerimónia, inspirando, pelo seu exemplo, os casais mais jovens.
Os 16 casais de Santo António 2014 foram selecionados entre várias dezenas de candidatos, sendo critério obrigatório que pelo menos um dos noivos resida no concelho de Lisboa. As inscrições abriram em Janeiro, durante a Exponoivos, e estenderam-se até meados de Março.

Os Casamentos de Santo António decorrem em três espaços: casamentos civis no Salão Nobre dos Paços do Concelho, às 12:00; casamentos católicos na Sé, às 14:15; e o copo de água na renovada Estufa Fria, que abrirá propositadamente para este evento.



                                                                                                                                              Edição 2013

Toda a cidade está envolvida, e haverá o habitual desfile dos recém-casados pelas principais ruas da cidade, que este ano decorrerá em tuk-tuks.
Esta é uma iniciativa que não acarreta custos para a Câmara Municipal de Lisboa, graças aos apoios e patrocínios, dos quais se destacam a RTP, a Agacri (veste as noivas no dia do casamento), o El Corte Inglês (veste os noivos neste dia), o Continente (oferece o copo de água), a Torres Joalheiros (oferece todas as alianças, incluindo a dos casais de ouro), o Jornal Diário de Notícias (oferece lua de mel, na Madeira), entre muitos outros.

FESTAS DE LISBOA/2014

ARRAIAIS POPULARES EM LISBOA DURANTE TODO O MÊS DE JUNHO


Manda a tradição que nas noites do mês de Junho, pelas celebrações dos Santos Populares, Santo António, São João e São Pedro, se salte a fogueira e que se dance pelos recantos e ruelas da cidade.
Desde o inicio de mês, que os Arraiais em Lisboa estão sendo realizados em diversos bairros com grande adesão por parte dos lisboetas, numa animação organizada pelas Associações e Coletividades locais, que procuram partilhar a vivência do espaço público com todos os visitantes e turistas que acorrem à cidade para viverem as suas festas.
Sardinha assada, no prato ou no pão, caldo verde, chouriço na brasa e manjericos são os convidados sempre presentes nestas noites de festa. Até o fim de Junho, Lisboa irá festejar com arquinhos, balões e festões com muita música, em todos os espaços onde os arraiais espreitam.

terça-feira, 10 de junho de 2014

DIA 10 DE JUNHO DE 2014
“DIA DE PORTUGAL E DAS
COMUNIDADES PORTUGUESAS”



“LISBOA DE FERNÃO”
A GRANDE MARCHA DE LISBOA/2014


Eis a gravação em áudio da marcha “Lisboa de Fernão” que representa a Grande Marcha de Lisboa de 2014.
Esta marcha foi a vencedora entre as 26 propostas que participaram do concurso realizado e anunciado durante o mês de Março, sob a organização da EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural. A mesma foi cantada por todas as Marchas Populares de Lisboa que exibiram-se no último fim de semana no Pavilhão Meo Arena, onde será novamente interpretada no grande desfile da Avenida da Liberdade na noite de Santo António (dia 12), em Lisboa, durante as festas da cidade.
Os autores da Grande Marcha de Lisboa de 2014, são Marcos Frazão (letra) e Artur António Jordão Araújo (música). 


FESTAS DE LISBOA/2014
MARCHAS POPULARES DE LISBOA DESFILARAM NO PAVILHÃO MEO ARENA


SEXTA-FEIRA – DIA 06 DE JUNHO DE 2014

MARCHA INFANTIL ABRIU A PRIMEIRA DAS TRÊS NOITES DE EXIBIÇÃO


Empunhando cravos de papel em celebração do 40.º aniversário do 25 de Abril, a Marcha Infantil organizada pela Sociedade de Instrução e Beneficência "A Voz do Operário" abriu na noite de sexta-feira (dia 6), as hostilidades na primeira de três noites em que os bairros da capital desfilaram no Meo Arena.
O conjunto, composto por crianças entre os seis e os 12 anos, apresentou-se extraconcurso, mas nem por isso deixou de revelar menos empenho do que os seis grupos que se apresentaram a seguir na competição. Por ordem, se exibiram as Marchas da Ajuda, São Vicente, Santa Engrácia, Bela Flor, Bairro Alto e Marvila.
O desfile desta sexta-feira, começou por volta das 22 horas e já a esta hora, as claques e torcidas dos seis bairros que se exibiram a seguir pela primeira vez perante o júri, tinham cantado por várias vezes ao despique.
Munidas de pompons, balões ou cachecóis personalizados, as centenas de pessoas que na última noite compuseram as bancadas do antigo Pavilhão Atlântico foram incansáveis no apoio aos seus vizinhos, familiares e amigos... e às crianças que todos acreditam ser o futuro de uma tradição nascida em 1932.
"Avança agora", indicava aos mais pequenos o responsável pelo conjunto infantil, Vítor Agostinho. Sempre sob o olhar atento dos adultos que garantiam que ninguém se esqueceria da coreografia, os marchantes com idades entre os seis e os 12 anos apresentaram-se em tons de azul claro, amarelo, vermelho e verde para celebrar o 40.º aniversário do 25 de Abril.
Nos arcos transportados pelas crianças mais velhas, os cravos de papel simbolizaram o momento e pouco tempo bastou para que a flor que se tornou histórica passasse também de mão em mão, coroando uma exibição em que a alegria dos pequenos foi visível.
A descontração contrastava com o nervosismo que se notava no rosto de muitos dos membros da Marcha de São Vicente que aguardaram para entrar na arena e inaugurar as exibições a concurso. As cores do vestuário - sobretudo vermelho e branco - combinavam com as das mesas que em breve completariam os arcos do conjunto que recriou a Feira da Ladra.


SÁBADO – DIA 07 DE JUNHO DE 2014

"CHEIROU A LISBOA" NA NOITE DE ALFAMA
ATUAL CAMPEÃ FOI UMA DAS SETE MARCHAS A CONCURSO QUE DESFILARAM NO SÁBADO, DIA 07, NO MEO ARENA. 


Arrepiante! É assim que se pode descrever o momento em que, neste sábado à noite, centenas de pessoas entoaram em uníssono no Meo Arena o hino não oficial de Lisboa - "Cheira Bem, Cheira a Lisboa". Entre as vozes, estava a da fadista Anita Guerreiro que, no ano em que celebra o 60.º aniversário como madrinha nas Marchas Populares, é homenageada pelo conjunto que protege há nove anos - o dos Mercados.
O grupo, que desfila extra concurso, abriu - pouco depois das 21.30 horas e em tons de branco, vermelho e preto - a segunda de três noites no antigo Pavilhão Atlântico e foi responsável por uma das surpresas da noite, ao permitir que a artista entrasse no recinto sentada num trono. Seria, ainda assim, sem adereços inovadores que, já perto das 00.30 deste domingo, se exibiria Alfama, atual campeã e, a avaliar pela primeira apresentação perante o júri, séria candidata à revalidação do título.
Com um figurino azul, verde e amarelo a fazer lembrar girassóis, o conjunto distinguiu-se pela alegria dos seus marchantes e pela sincronização dos movimentos. O desfile terminou com os padrinhos da marcha - a fadista Raquel Tavares e o apresentador João Paulo Rodrigues - a ser arrastados para fora da arena pelos membros do grupo, numa cena teatral a fechar a noite que deixou a claque de Alfama em delírio, enquanto o desapontamento era cada vez mais evidentes nos rostos dos marchantes de outros bairros.
Entre eles, estavam os de Alcântara, antepenúltimo grupo a desfilar e que, depois de horas a vibrar com os seus apoiantes de cada vez que se abria o pano dos bastidores, surpreendeu com a entrada das mulheres em carroças cujas rodas depressa se transformaram em arcos. Confiante e com um figurino em tons de azul, verde, vermelho, amarelo e laranja, o conjunto denotou, apesar da coreografia bem ensaiada, algumas hesitações.
Mais determinado, logo a seguir, foi o conjunto da Bica, medalha de bronze em 2013 e, que este ano, resolveu apostar na celebração da sardinha para tentar lutar pelo título. O peixe típico de arraiais deu forma, em quarteto, aos arcos em roxo, azul e rosa - as mesmas cores dos fatos. Neste caso, os marchantes entraram na área de competição num barco a que algumas retomariam no final, quando os aguadeiros haviam já recolhido várias sardinhas que se tinham soltado das suas roupas.
Por ordem, apresentaram-se neste dia as Marchas dos Mercados (extra-concurso), Lumiar, Mouraria, Campolide, Benfica, Alcântara, Bica e Alfama (atual Campeã).


DOMINGO – 08 DE JUNHO DE 2014

ULTIMO DIA DE EXIBIÇÃO, ONDE ARCOS E DISTRAÇÕES ATRAIÇOARAM AS MARCHAS NO PAVILHÃO
EXIBIÇÃO DO ALTO DO PINA, ATUAL VICE-CAMPEÃ, ERA A MAIS ESPERADA DA ÚLTIMA DE TRÊS NOITES NO MEO ARENA. AGUARDA-SE AGORA O “DESPIQUE” PARA O DESFILE DA AVENIDA DA LIBERDADE NA NOITE DE SANTO ANTONIO, DIA 12.


"São os nervos", assim desculpou-se este domingo, à saída do Meo Arena, uma marchante da Marcha do Alto do Pina, guardando o cigarro que acendera cedo demais. A atuação do atual vice-campeão era a mais aguardada da última de três noites no antigo Pavilhão Atlântico, mas, à semelhança das apresentações dos seis bairros que a precederam, não foi isenta de falhas.
Em tons de verde, rosa e branco, o conjunto entrou no recinto enquadrado pelos arcos em forma de canteiros de sardinheiras... e desde logo foi visível a dificuldade dos marchantes em mantê-los na vertical sempre que trocavam de posição. O erro mais flagrante aconteceria, ainda assim, quando, num momento acrobático, um homem quase caiu, manchando uma exibição até então sincronizada e que, a partir dessa altura e até final, ficaria marcada por algumas hesitações.
A insegurança do vencedor de 2011 e 2012 contrastou com a determinação da Madragoa, antepenúltimo grupo a desfilar e único a exibir-se descalço, em tons de laranja, branco e dourado. No ano em que trocou a habitual representação de varinas e pescadores pela chegada, no século XVI, dos escravos ao bairro, a marcha apresentou-se confiante e coordenada, mas poucos minutos bastaram para que um dos seus arcos em forma de escudo e livro se partisse, sem que os aguadeiros conseguissem recuperá-lo. No recinto permaneceria apenas a base - uma espingarda que, perto do fim, foi, tal como as dos restantes arcos, disparada, num momento inesperado, mas não tanto como o truque de magia protagonizado pelo Beato.
A surpresa foi revelada já na segunda metade da apresentação, quando, no lugar dos padrinhos que minutos antes tinham subido ao trono dedicado a Santo António e após se abrirem as cortinas vermelhas, apareceram as duas mascotes. Por essa altura, já o cavalinho (conjunto de músicos que acompanha cada marcha) parara várias vezes de tocar, para que os pregões que o Beato quis recordar ecoassem no Meo Arena. Não é, por isso, de estranhar que as personagens recriadas não sem indecisões fossem as da Lisboa antiga, desde os cauteleiros às vendedoras de limões, passando pelos engraxadores. Alguns vestiam-se de verde, branco e amarelo, outros de roxo, branco e rosa e os restantes de azul, vermelho e branco. Os arcos tinham a forma de janelas e eram bem mais discretos do que os da marcha que desfilara antes - Carnide.


Com um figurino em branco, preto, azul claro e vermelho, o grupo distinguiu-se ainda nos bastidores graças aos seus arcos iluminados e que, mais tarde, se dividiriam, cada um e com uma certa atrapalhação, num coração e em dois conjuntos de flores. Sempre a brilhar, estas seriam depois colocadas no trono de Santo António, imediatamente antes dos padrinhos do grupo participarem também na coreografia que visou declarar o amor de Carnide à cidade. O abandono do recinto traria, porém, um imprevisto indesejado, quando um dos marchantes se dirigiu, por engano, à entrada e não à saída.
As Marchas que exibiram-se neste último dia, foram as da Graça, Castelo, Belém, Carnide, Beato, Madragoa e Alto do Pina.

PROXIMA EXIBIÇÃO:
NOITE DE SANTO ANTONIO – DIA 12 DE JUNHO – AVENIDA DA LIBERDADE, COM ATUAÇÃO DE TODAS AS MARCHAS POPULARES DOS BAIRROS DE LISBOA.

quinta-feira, 5 de junho de 2014


FESTAS DE LISBOA/2014
ARCO E BALÃO FESTIVOS

MARCHAS POPULARES MOSTRAM TRABALHO DE MESES DE ENSAIOS. TRÊS NOITES DE EXIBIÇÕES ANTECEDEM O GRANDE DESFILE NA AVENIDA DA LIBERDADE NA NOITE DE SANTO ANTÓNIO.

É já nesta sexta-feira que as 22 Marchas Populares de Lisboa, que movimentam 1500 marchantes, se apresentarão pela primeira vez ao público dos seus bairros e ao júri no palco do pavilhão Meo Arena.
Durante 3 noites, vão mostrar o trabalho de meses de ensaios. É o primeiro grande momento das festas da cidade, que têm na noite de Santo António, de 12 para 13 de Junho o seu ponto alto, com o desfile na avenida da Liberdade.
As exibições das Marchas (Mercados e Marcha Infantil da Voz do Operário) participam sempre extraconcurso, enquanto as demais serão avaliadas pelo júri. Cada marcha terá no pavilhão, entre 15 a 20 minutos para apresentar quatro coreografias. Um minuto a mais ou a menos dará penalização.
O júri analisará ainda a cenografia, musicalidade, letra e figurino. No desfile na avenida, as marchas efetuarão até cinco apresentações (entre 5 e 7 minutos). Feitas as contas às pontuações no pavilhão e na avenida, será encontrado o vencedor. Na prática, o trabalho de meses de ensaios serão avaliados em menos de 30 minutos.
Esta será a 82ª edição das Marchas Populares de Lisboa, onde a primeira edição aconteceu em 1932, apesar de ter havido interregnos. A Marcha Popular de Alfama, vencedora do concurso de 2013, lidera a lista de vencedores, onde conquistou o título de campeã por 17 vezes, seguindo-se a Marcha da Madragoa com 9 títulos e a Marcha da Bica com 7 títulos.

Marcha Popular de Alfama, defenderá o título de Campeã conquistado em 2013
CALENDÁRIO DOS DESFILES DAS MARCHAS POPULARES DE LISBOA/2014

Dia 6/Junho (Sexta-feira) – Pavilhão Meo Arena
Voz do Operário, Ajuda, São Vicente,
Santa Engrácia, Bela Flor, Bairro Alto e
Marvila

Dia 7/Junho (Sábado) – Pavilhão Meo Arena
Mercados, Lumiar, Mouraria, Campolide,
Benfica, Alcântara, Bica e Alfama

Dia 8/Junho (Domingo) – Pavilhão Meo Arena
Graça, Castelo, Belém, Carnide, Beato,
Madragoa e Alto do Pina

Dia 12/Junho (Quinta-feira) – Av. da Liberdade
(Desfile com todas as marchas populares)

VENCEDORAS DO CONCURSO
SARDINHAS FESTAS DE LISBOA/2014

Sendo as “Sardinhas” um dos principais símbolos tradicionais das Festas de Lisboa, divulgamos as 7 sardinhas que foram premiadas no concurso que foi realizado pela EGEAC e que farão parte na divulgação do programa de festas de 2014.
Nesta 4ª edição do Concurso Sardinhas Festas de Lisboa, foram quase 5 mil os participantes que em todo o mundo se entusiasmaram e concorreram com 8258 propostas de sardinha.
As propostas foram apresentadas nas mais variadas técnicas e materiais por pessoas com idades compreendidas entre 1 a 85 anos que participaram de forma individual ou coletiva, através de escolas, instituições ou outras organizações.
O concurso voltou a atravessar fronteiras e chegaram a Lisboa cerca de 1500 sardinhas de 58 países estrangeiros: Itália (301), Brasil (289), Grécia (215), Espanha (169), França (56), Alemanha (46), Irão (29), Polónia e Bélgica (22), Roménia (20), China (13), entre outros.

Os vencedores do Concurso Sardinhas Festas de Lisboa/2014 foram:
- Alberto Faria, 47 anos, português – Sardinha Quiosque
- Ana F. Borges, 27 anos, portuguesa – Sardinha Pézinho de Dança
- Chaochato, 26 anos, mexicano – Sardinha Orquestra
- Cláudia H. Abrantes, 30 anos, portuguesa – Sardinha Nadadora
- Jaime Ferraz, 28 anos, português – Sardinha Há Festa Aqui
- Roger Hespanhol, 46 anos, português – Sardinha Pasta de Dentes
- Sara Infante, 26 anos, portuguesa – Sardinha Como Chouriço no Caldo Verde

Os vencedores, para além de verem as suas sardinhas espalhadas pela cidade como imagem de toda a campanha das Festas de Lisboa/2014, foram contemplados com um prémio no valor de 2.000 euros cada.

Eis as sardinhas vencedoras:

SARDINHA NADADORA
Esta é a proposta de uma piscina em formato de sardinha a lembrar os tempos de calor e diversão, típicos do tempo do Verão e das festas de Santo António. Embora não haja semelhanças com a realidade, foi inspirada no facto de eu ser nadadora!
Cláudia H. Abrantes



SARDINHA HÁ FESTA AQUI
Sardinha com várias pessoas, um pássaro e um gato em ambiente de festa. Cada um com uma palavra a dizer.
Jaime Ferraz


SARDINHA PÉZINHO DE DANÇA
Se há coisa que caracteriza as Festas de Lisboa, são os bailaricos! E, porque não, a nossa sardinha juntar-se ao baile? Mas porque a confusão é muita e as pisadelas são uma constante, não é só vestir a rigor, é também necessário ter bom calçado, para dar um bom pézinho de dança!
Ana F. Borges



SARDINHA PASTA DE DENTES
Uma brincadeira para representar o sabor que estará na boca de toda a gente durante a festa.
Roger Hespanhol



SARDINE ORCHESTRA
Uma orquestra de sardinhas a tocar a sua própria marcha fúnebre.
Chaochato


SARDINHA QUIOSQUE
Os quiosques são um clássico de paisagem de Lisboa e tem uma inesperada semelhança com sardinhas.
Alberto Faria



SARDINHA COMO CHOURIÇO NO CALDO VERDE
Se há iguaria que como todos os anos durante as festas, é o caldo verde! Quente, bom e, obviamente, enriquecido com generosas rodelas de chouriço.
Este ano, dei comigo a ilustrar dois nadadores que se encontram apanhados de surpresa no meio de um mar de algas. Se o chouriço fosse gente, seria decerto esta a sua reação ao cair desafortunadamente no meio do caldo verde!

Sara Infante 

quarta-feira, 4 de junho de 2014


“SANTO ANTÓNIO DE BRAÇO DADO
COM . . . A ARTE”
EXPOSIÇÃO DE 1 A 30 DE JUNHO DE 2014

O culto antoniano é um dos que mais sobre si congrega os olhares artísticos mundiais. Portugal e Itália são, naturalmente, os países onde mais se faz sentir a sua influência, tendo, por terras lusas, esse impacto começado a tomar maior dimensão artística a partir do séc. XVI.
A Arte da Terra, como espaço dedicado à cultura portuguesa, tem neste início do séc. XXI, realizado as maiores abordagens a este culto. Em 2014, a realização da 13ª Exposição sobre Santo António que foi inaugurada no dia 1 de Junho, estará patente até o dia 30 de Junho, podendo ser visitada no “Espaço a Arte da Terra”, em Lisboa, entre as 11 hrs. e 20 hrs.

A exposição reúne obras da autoria de uma centena de artesãos, escultores e designers.

domingo, 1 de junho de 2014



FESTIVAL DO ATLANTICO NA ILHA DA MADEIRA/2014

O Festival do Atlântico, evento que marca o início da época de Verão na Ilha da Madeira, é um dos mais recentes eventos de animação turística, que se realizou pela primeira vez no mês de junho do ano 2002.
Este, integra um conjunto diversificado de iniciativas distribuídas ao longo do mês de Junho, sendo de realçar os espetáculos piromusicais, o Festival de Música da Madeira e a Semana Regional das Artes.


Sábados – 7, 14, 21 e 28 de Junho/2014

Os espetáculos piromusicais decorrerão nos quatro sábados consecutivos do mês de junho, pelas 22h30, no molhe exterior da Pontinha. Estes espetáculos maravilhosos e emocionantes, com duração aproximada de 20 minutos cada, conjugarão o fogo-de-artifício e música numa experiência única para visitantes e residentes.
Estes espetáculos colocarão em competição empresas que vão disputar um troféu atribuído por votação do público, através da Internet e tômbolas colocadas em locais estratégicos da cidade do Funchal (Cais da cidade - dia do espetáculo, Dolcevita, Marina Shopping e Turismo).


Festas dos Santos Populares
As Festas dos Santos Populares são celebrações que acontecem em vários países, historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho. A Região Autónoma da Madeira não foge à regra, e um pouco por toda a Região o mês de junho será sinónimo de Festa em louvor aos três Santos Populares - Santo António, São João e São Pedro. Os altares de São João, que constituirão uma festa baseada numa tradição do bairro, para além da gastronomia tradicional dos Santos Populares, que irão apresentar um concurso público de Altares ao Santo inspirador. As comemorações serão realizadas na semana que integra o Dia de São João, geralmente na última semana de junho, desenvolvidas nas Ruas da Figueira Preta, Travessa dos Reis, Rua da Conceição e Praça do Carmo.



Marchas Populares

As marchas são atrações que também marcam a tradição bairrista de homenagear os Santos Populares. Realizam-se por toda a ilha, muito especialmente nas localidades onde há uma grande devoção pelos santos homenageados.