BALÕES PORTUGAL

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terça-feira, 10 de junho de 2014



FESTAS DE LISBOA/2014
MARCHAS POPULARES DE LISBOA DESFILARAM NO PAVILHÃO MEO ARENA


SEXTA-FEIRA – DIA 06 DE JUNHO DE 2014

MARCHA INFANTIL ABRIU A PRIMEIRA DAS TRÊS NOITES DE EXIBIÇÃO


Empunhando cravos de papel em celebração do 40.º aniversário do 25 de Abril, a Marcha Infantil organizada pela Sociedade de Instrução e Beneficência "A Voz do Operário" abriu na noite de sexta-feira (dia 6), as hostilidades na primeira de três noites em que os bairros da capital desfilaram no Meo Arena.
O conjunto, composto por crianças entre os seis e os 12 anos, apresentou-se extraconcurso, mas nem por isso deixou de revelar menos empenho do que os seis grupos que se apresentaram a seguir na competição. Por ordem, se exibiram as Marchas da Ajuda, São Vicente, Santa Engrácia, Bela Flor, Bairro Alto e Marvila.
O desfile desta sexta-feira, começou por volta das 22 horas e já a esta hora, as claques e torcidas dos seis bairros que se exibiram a seguir pela primeira vez perante o júri, tinham cantado por várias vezes ao despique.
Munidas de pompons, balões ou cachecóis personalizados, as centenas de pessoas que na última noite compuseram as bancadas do antigo Pavilhão Atlântico foram incansáveis no apoio aos seus vizinhos, familiares e amigos... e às crianças que todos acreditam ser o futuro de uma tradição nascida em 1932.
"Avança agora", indicava aos mais pequenos o responsável pelo conjunto infantil, Vítor Agostinho. Sempre sob o olhar atento dos adultos que garantiam que ninguém se esqueceria da coreografia, os marchantes com idades entre os seis e os 12 anos apresentaram-se em tons de azul claro, amarelo, vermelho e verde para celebrar o 40.º aniversário do 25 de Abril.
Nos arcos transportados pelas crianças mais velhas, os cravos de papel simbolizaram o momento e pouco tempo bastou para que a flor que se tornou histórica passasse também de mão em mão, coroando uma exibição em que a alegria dos pequenos foi visível.
A descontração contrastava com o nervosismo que se notava no rosto de muitos dos membros da Marcha de São Vicente que aguardaram para entrar na arena e inaugurar as exibições a concurso. As cores do vestuário - sobretudo vermelho e branco - combinavam com as das mesas que em breve completariam os arcos do conjunto que recriou a Feira da Ladra.


SÁBADO – DIA 07 DE JUNHO DE 2014

"CHEIROU A LISBOA" NA NOITE DE ALFAMA
ATUAL CAMPEÃ FOI UMA DAS SETE MARCHAS A CONCURSO QUE DESFILARAM NO SÁBADO, DIA 07, NO MEO ARENA. 


Arrepiante! É assim que se pode descrever o momento em que, neste sábado à noite, centenas de pessoas entoaram em uníssono no Meo Arena o hino não oficial de Lisboa - "Cheira Bem, Cheira a Lisboa". Entre as vozes, estava a da fadista Anita Guerreiro que, no ano em que celebra o 60.º aniversário como madrinha nas Marchas Populares, é homenageada pelo conjunto que protege há nove anos - o dos Mercados.
O grupo, que desfila extra concurso, abriu - pouco depois das 21.30 horas e em tons de branco, vermelho e preto - a segunda de três noites no antigo Pavilhão Atlântico e foi responsável por uma das surpresas da noite, ao permitir que a artista entrasse no recinto sentada num trono. Seria, ainda assim, sem adereços inovadores que, já perto das 00.30 deste domingo, se exibiria Alfama, atual campeã e, a avaliar pela primeira apresentação perante o júri, séria candidata à revalidação do título.
Com um figurino azul, verde e amarelo a fazer lembrar girassóis, o conjunto distinguiu-se pela alegria dos seus marchantes e pela sincronização dos movimentos. O desfile terminou com os padrinhos da marcha - a fadista Raquel Tavares e o apresentador João Paulo Rodrigues - a ser arrastados para fora da arena pelos membros do grupo, numa cena teatral a fechar a noite que deixou a claque de Alfama em delírio, enquanto o desapontamento era cada vez mais evidentes nos rostos dos marchantes de outros bairros.
Entre eles, estavam os de Alcântara, antepenúltimo grupo a desfilar e que, depois de horas a vibrar com os seus apoiantes de cada vez que se abria o pano dos bastidores, surpreendeu com a entrada das mulheres em carroças cujas rodas depressa se transformaram em arcos. Confiante e com um figurino em tons de azul, verde, vermelho, amarelo e laranja, o conjunto denotou, apesar da coreografia bem ensaiada, algumas hesitações.
Mais determinado, logo a seguir, foi o conjunto da Bica, medalha de bronze em 2013 e, que este ano, resolveu apostar na celebração da sardinha para tentar lutar pelo título. O peixe típico de arraiais deu forma, em quarteto, aos arcos em roxo, azul e rosa - as mesmas cores dos fatos. Neste caso, os marchantes entraram na área de competição num barco a que algumas retomariam no final, quando os aguadeiros haviam já recolhido várias sardinhas que se tinham soltado das suas roupas.
Por ordem, apresentaram-se neste dia as Marchas dos Mercados (extra-concurso), Lumiar, Mouraria, Campolide, Benfica, Alcântara, Bica e Alfama (atual Campeã).


DOMINGO – 08 DE JUNHO DE 2014

ULTIMO DIA DE EXIBIÇÃO, ONDE ARCOS E DISTRAÇÕES ATRAIÇOARAM AS MARCHAS NO PAVILHÃO
EXIBIÇÃO DO ALTO DO PINA, ATUAL VICE-CAMPEÃ, ERA A MAIS ESPERADA DA ÚLTIMA DE TRÊS NOITES NO MEO ARENA. AGUARDA-SE AGORA O “DESPIQUE” PARA O DESFILE DA AVENIDA DA LIBERDADE NA NOITE DE SANTO ANTONIO, DIA 12.


"São os nervos", assim desculpou-se este domingo, à saída do Meo Arena, uma marchante da Marcha do Alto do Pina, guardando o cigarro que acendera cedo demais. A atuação do atual vice-campeão era a mais aguardada da última de três noites no antigo Pavilhão Atlântico, mas, à semelhança das apresentações dos seis bairros que a precederam, não foi isenta de falhas.
Em tons de verde, rosa e branco, o conjunto entrou no recinto enquadrado pelos arcos em forma de canteiros de sardinheiras... e desde logo foi visível a dificuldade dos marchantes em mantê-los na vertical sempre que trocavam de posição. O erro mais flagrante aconteceria, ainda assim, quando, num momento acrobático, um homem quase caiu, manchando uma exibição até então sincronizada e que, a partir dessa altura e até final, ficaria marcada por algumas hesitações.
A insegurança do vencedor de 2011 e 2012 contrastou com a determinação da Madragoa, antepenúltimo grupo a desfilar e único a exibir-se descalço, em tons de laranja, branco e dourado. No ano em que trocou a habitual representação de varinas e pescadores pela chegada, no século XVI, dos escravos ao bairro, a marcha apresentou-se confiante e coordenada, mas poucos minutos bastaram para que um dos seus arcos em forma de escudo e livro se partisse, sem que os aguadeiros conseguissem recuperá-lo. No recinto permaneceria apenas a base - uma espingarda que, perto do fim, foi, tal como as dos restantes arcos, disparada, num momento inesperado, mas não tanto como o truque de magia protagonizado pelo Beato.
A surpresa foi revelada já na segunda metade da apresentação, quando, no lugar dos padrinhos que minutos antes tinham subido ao trono dedicado a Santo António e após se abrirem as cortinas vermelhas, apareceram as duas mascotes. Por essa altura, já o cavalinho (conjunto de músicos que acompanha cada marcha) parara várias vezes de tocar, para que os pregões que o Beato quis recordar ecoassem no Meo Arena. Não é, por isso, de estranhar que as personagens recriadas não sem indecisões fossem as da Lisboa antiga, desde os cauteleiros às vendedoras de limões, passando pelos engraxadores. Alguns vestiam-se de verde, branco e amarelo, outros de roxo, branco e rosa e os restantes de azul, vermelho e branco. Os arcos tinham a forma de janelas e eram bem mais discretos do que os da marcha que desfilara antes - Carnide.


Com um figurino em branco, preto, azul claro e vermelho, o grupo distinguiu-se ainda nos bastidores graças aos seus arcos iluminados e que, mais tarde, se dividiriam, cada um e com uma certa atrapalhação, num coração e em dois conjuntos de flores. Sempre a brilhar, estas seriam depois colocadas no trono de Santo António, imediatamente antes dos padrinhos do grupo participarem também na coreografia que visou declarar o amor de Carnide à cidade. O abandono do recinto traria, porém, um imprevisto indesejado, quando um dos marchantes se dirigiu, por engano, à entrada e não à saída.
As Marchas que exibiram-se neste último dia, foram as da Graça, Castelo, Belém, Carnide, Beato, Madragoa e Alto do Pina.

PROXIMA EXIBIÇÃO:
NOITE DE SANTO ANTONIO – DIA 12 DE JUNHO – AVENIDA DA LIBERDADE, COM ATUAÇÃO DE TODAS AS MARCHAS POPULARES DOS BAIRROS DE LISBOA.

quinta-feira, 5 de junho de 2014


FESTAS DE LISBOA/2014
ARCO E BALÃO FESTIVOS

MARCHAS POPULARES MOSTRAM TRABALHO DE MESES DE ENSAIOS. TRÊS NOITES DE EXIBIÇÕES ANTECEDEM O GRANDE DESFILE NA AVENIDA DA LIBERDADE NA NOITE DE SANTO ANTÓNIO.

É já nesta sexta-feira que as 22 Marchas Populares de Lisboa, que movimentam 1500 marchantes, se apresentarão pela primeira vez ao público dos seus bairros e ao júri no palco do pavilhão Meo Arena.
Durante 3 noites, vão mostrar o trabalho de meses de ensaios. É o primeiro grande momento das festas da cidade, que têm na noite de Santo António, de 12 para 13 de Junho o seu ponto alto, com o desfile na avenida da Liberdade.
As exibições das Marchas (Mercados e Marcha Infantil da Voz do Operário) participam sempre extraconcurso, enquanto as demais serão avaliadas pelo júri. Cada marcha terá no pavilhão, entre 15 a 20 minutos para apresentar quatro coreografias. Um minuto a mais ou a menos dará penalização.
O júri analisará ainda a cenografia, musicalidade, letra e figurino. No desfile na avenida, as marchas efetuarão até cinco apresentações (entre 5 e 7 minutos). Feitas as contas às pontuações no pavilhão e na avenida, será encontrado o vencedor. Na prática, o trabalho de meses de ensaios serão avaliados em menos de 30 minutos.
Esta será a 82ª edição das Marchas Populares de Lisboa, onde a primeira edição aconteceu em 1932, apesar de ter havido interregnos. A Marcha Popular de Alfama, vencedora do concurso de 2013, lidera a lista de vencedores, onde conquistou o título de campeã por 17 vezes, seguindo-se a Marcha da Madragoa com 9 títulos e a Marcha da Bica com 7 títulos.

Marcha Popular de Alfama, defenderá o título de Campeã conquistado em 2013
CALENDÁRIO DOS DESFILES DAS MARCHAS POPULARES DE LISBOA/2014

Dia 6/Junho (Sexta-feira) – Pavilhão Meo Arena
Voz do Operário, Ajuda, São Vicente,
Santa Engrácia, Bela Flor, Bairro Alto e
Marvila

Dia 7/Junho (Sábado) – Pavilhão Meo Arena
Mercados, Lumiar, Mouraria, Campolide,
Benfica, Alcântara, Bica e Alfama

Dia 8/Junho (Domingo) – Pavilhão Meo Arena
Graça, Castelo, Belém, Carnide, Beato,
Madragoa e Alto do Pina

Dia 12/Junho (Quinta-feira) – Av. da Liberdade
(Desfile com todas as marchas populares)

VENCEDORAS DO CONCURSO
SARDINHAS FESTAS DE LISBOA/2014

Sendo as “Sardinhas” um dos principais símbolos tradicionais das Festas de Lisboa, divulgamos as 7 sardinhas que foram premiadas no concurso que foi realizado pela EGEAC e que farão parte na divulgação do programa de festas de 2014.
Nesta 4ª edição do Concurso Sardinhas Festas de Lisboa, foram quase 5 mil os participantes que em todo o mundo se entusiasmaram e concorreram com 8258 propostas de sardinha.
As propostas foram apresentadas nas mais variadas técnicas e materiais por pessoas com idades compreendidas entre 1 a 85 anos que participaram de forma individual ou coletiva, através de escolas, instituições ou outras organizações.
O concurso voltou a atravessar fronteiras e chegaram a Lisboa cerca de 1500 sardinhas de 58 países estrangeiros: Itália (301), Brasil (289), Grécia (215), Espanha (169), França (56), Alemanha (46), Irão (29), Polónia e Bélgica (22), Roménia (20), China (13), entre outros.

Os vencedores do Concurso Sardinhas Festas de Lisboa/2014 foram:
- Alberto Faria, 47 anos, português – Sardinha Quiosque
- Ana F. Borges, 27 anos, portuguesa – Sardinha Pézinho de Dança
- Chaochato, 26 anos, mexicano – Sardinha Orquestra
- Cláudia H. Abrantes, 30 anos, portuguesa – Sardinha Nadadora
- Jaime Ferraz, 28 anos, português – Sardinha Há Festa Aqui
- Roger Hespanhol, 46 anos, português – Sardinha Pasta de Dentes
- Sara Infante, 26 anos, portuguesa – Sardinha Como Chouriço no Caldo Verde

Os vencedores, para além de verem as suas sardinhas espalhadas pela cidade como imagem de toda a campanha das Festas de Lisboa/2014, foram contemplados com um prémio no valor de 2.000 euros cada.

Eis as sardinhas vencedoras:

SARDINHA NADADORA
Esta é a proposta de uma piscina em formato de sardinha a lembrar os tempos de calor e diversão, típicos do tempo do Verão e das festas de Santo António. Embora não haja semelhanças com a realidade, foi inspirada no facto de eu ser nadadora!
Cláudia H. Abrantes



SARDINHA HÁ FESTA AQUI
Sardinha com várias pessoas, um pássaro e um gato em ambiente de festa. Cada um com uma palavra a dizer.
Jaime Ferraz


SARDINHA PÉZINHO DE DANÇA
Se há coisa que caracteriza as Festas de Lisboa, são os bailaricos! E, porque não, a nossa sardinha juntar-se ao baile? Mas porque a confusão é muita e as pisadelas são uma constante, não é só vestir a rigor, é também necessário ter bom calçado, para dar um bom pézinho de dança!
Ana F. Borges



SARDINHA PASTA DE DENTES
Uma brincadeira para representar o sabor que estará na boca de toda a gente durante a festa.
Roger Hespanhol



SARDINE ORCHESTRA
Uma orquestra de sardinhas a tocar a sua própria marcha fúnebre.
Chaochato


SARDINHA QUIOSQUE
Os quiosques são um clássico de paisagem de Lisboa e tem uma inesperada semelhança com sardinhas.
Alberto Faria



SARDINHA COMO CHOURIÇO NO CALDO VERDE
Se há iguaria que como todos os anos durante as festas, é o caldo verde! Quente, bom e, obviamente, enriquecido com generosas rodelas de chouriço.
Este ano, dei comigo a ilustrar dois nadadores que se encontram apanhados de surpresa no meio de um mar de algas. Se o chouriço fosse gente, seria decerto esta a sua reação ao cair desafortunadamente no meio do caldo verde!

Sara Infante 

quarta-feira, 4 de junho de 2014


“SANTO ANTÓNIO DE BRAÇO DADO
COM . . . A ARTE”
EXPOSIÇÃO DE 1 A 30 DE JUNHO DE 2014

O culto antoniano é um dos que mais sobre si congrega os olhares artísticos mundiais. Portugal e Itália são, naturalmente, os países onde mais se faz sentir a sua influência, tendo, por terras lusas, esse impacto começado a tomar maior dimensão artística a partir do séc. XVI.
A Arte da Terra, como espaço dedicado à cultura portuguesa, tem neste início do séc. XXI, realizado as maiores abordagens a este culto. Em 2014, a realização da 13ª Exposição sobre Santo António que foi inaugurada no dia 1 de Junho, estará patente até o dia 30 de Junho, podendo ser visitada no “Espaço a Arte da Terra”, em Lisboa, entre as 11 hrs. e 20 hrs.

A exposição reúne obras da autoria de uma centena de artesãos, escultores e designers.

domingo, 1 de junho de 2014



FESTIVAL DO ATLANTICO NA ILHA DA MADEIRA/2014

O Festival do Atlântico, evento que marca o início da época de Verão na Ilha da Madeira, é um dos mais recentes eventos de animação turística, que se realizou pela primeira vez no mês de junho do ano 2002.
Este, integra um conjunto diversificado de iniciativas distribuídas ao longo do mês de Junho, sendo de realçar os espetáculos piromusicais, o Festival de Música da Madeira e a Semana Regional das Artes.


Sábados – 7, 14, 21 e 28 de Junho/2014

Os espetáculos piromusicais decorrerão nos quatro sábados consecutivos do mês de junho, pelas 22h30, no molhe exterior da Pontinha. Estes espetáculos maravilhosos e emocionantes, com duração aproximada de 20 minutos cada, conjugarão o fogo-de-artifício e música numa experiência única para visitantes e residentes.
Estes espetáculos colocarão em competição empresas que vão disputar um troféu atribuído por votação do público, através da Internet e tômbolas colocadas em locais estratégicos da cidade do Funchal (Cais da cidade - dia do espetáculo, Dolcevita, Marina Shopping e Turismo).


Festas dos Santos Populares
As Festas dos Santos Populares são celebrações que acontecem em vários países, historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho. A Região Autónoma da Madeira não foge à regra, e um pouco por toda a Região o mês de junho será sinónimo de Festa em louvor aos três Santos Populares - Santo António, São João e São Pedro. Os altares de São João, que constituirão uma festa baseada numa tradição do bairro, para além da gastronomia tradicional dos Santos Populares, que irão apresentar um concurso público de Altares ao Santo inspirador. As comemorações serão realizadas na semana que integra o Dia de São João, geralmente na última semana de junho, desenvolvidas nas Ruas da Figueira Preta, Travessa dos Reis, Rua da Conceição e Praça do Carmo.



Marchas Populares

As marchas são atrações que também marcam a tradição bairrista de homenagear os Santos Populares. Realizam-se por toda a ilha, muito especialmente nas localidades onde há uma grande devoção pelos santos homenageados.

sábado, 31 de maio de 2014


FESTAS DE LISBOA/2014 COMEÇAM ESTE FIM DE SEMANA
DE 30 DE MAIO A 03 DE JULHO


A época das FESTAS D ELISBOA DE 2014 está aberta. Estão de volta os arraiais,  as sardinhas, as marchas e todos os espetáculos a que a cidade de Lisboa já nos habituou nestes meses de festa, de entrada livre. 
Sob a organização da EGEAC, o espetáculo de abertura teve lugar já nesta sexta-feira pelas 22h na Praça do Rossio. Concebido pelo Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua, segue a linha temática do imaginário marítimo e dos descobrimentos, envolvendo a música de Gisela João, o ritmo de        Bambaram e o coro Molihua com as criações gigantes e coloridas dos Plasticiens Volants.
O Dia S é o dia para dançar. Este Domingo, no Parque Tejo, das 17h às 22h, a festa começa pelas 17h com Tom Enzy e a dupla Mete Cá Sets que abrem a pista para o já reconhecido mundialmente Diego Miranda. Sem perder o fio condutor das Festas de Lisboa, o Dia S é também um espetáculo onde o público é convidado a interagir com um dos elementos tradicionais das festas: a sardinha.
A edição deste ano traz também de volta o Andar em Festa, o projeto que leva a criação artística ao espaço público e aos transportes coletivos. Entre 30 de maio e 3 de junho, os comboios da Linha de Sintra e de Cascais vão poder contar com o espetáculo Lisboa – A Mala, que tem como objeto artístico principal uma mala que vai sendo transmitida aos passageiros, enquanto que nos elevadores de Santa Justa e nos ascensores da Bica, Glória e Lavra o projeto Sobe e Desce ganha vida com pintura barroca, azulejos tradicionais e fotografias. De 2 a 6 de junho, o típico fado ganha vida nos elétricos 28E e 12E às 14h e 17h com Fado nos Elétricos.  O Aqueduto em Festa, um projeto em que o percurso dos visitantes é acompanhado pelo Coro do Tejo, acontece nos dias 5, 19 e 26 de junho, onde apenas é necessário uma marcação prévia.
Os bailes também têm o seu lugar de destaque nesta edição com os Microbailes, os bailes móveis que crescem nas várias arcadas, becos e varandas da cidade, a 6,13, 20 e 27 de junho na Baixa Lisboeta e na Mouraria.  O metro não foi deixado de parte neste Andar em Festa e de 9 a 13 de junho, na estação de metro de S. Sebastião, a Escala no Metro, projeto criado pela pianos.pt que construiu um teclado ao longo de uma escadaria no metro para que o público possa tocar conforme sobe e desce. Os autocarros da Carris vão ter a presença, de 16 a 20 de Junho, do Vai Lá Lisboa,onde 5 músicos transformam transformam iPads e amplificadores portáteis numa verdadeira orquestra sinfónica. Por fim, o Lisboa Muda invade a Estação Fluvial do Terreiro do Paço com uma vídeo instalação concebida que retrata Lisboa antiga.
O famoso “Lisboa é Linda” vai-se ouvir mais uma vez este ano. As Marchas Populares vão poder ser vistas nos dias 6, 7 de 8 de junho no Meo Arena pelas 21h30 (bilhete a 6€) e dia 12 de junho pelas 21h na habitual Avenida da Liberdade (entrada livre).
O Fado, Património Cultural Imaterial da Humanidade, tem o seu lugar de destaque ao lado dos Castellers de Sants. Natural do bairro de Sants, em Barcelona, o grupo é constituído por mais de 500 membros de todas as idades, sexos, géneros, origens sociais e culturais e já completam 20 anos de existência a construir estes castelos humanos. Para ver dia 7 de junho, às 20h30, no Panteão Nacional.
E como não existe Festas de Lisboa sem uma verdadeira festa, os arraiais que recebem os santos não vão faltar. De 6 a 28 de junho passam pelos sítios mais carismáticos de Lisboa, da Graça a Belém, o Santo António à La Time Out, o Arraial Verde, o Arraial Sumol – 60 anos, 1 Verão, o Arraial da Vila Berta. Sem contar com aqueles arraiais nos bairros de Lisboa a que já fomos habituados.  Todos de entrada livre e com início por volta das 16h até boas e altas horas da noite.

quinta-feira, 29 de maio de 2014


“OLH’Ó BALÃO DE SÃO JOÃO”


Enquadrada nas comemorações dos Santos Populares decorre, de 29 de maio a 12 de junho, no Museu Municipal de Tavira – Palácio da Galeria, a oficina “Olh’ó Balão de São João”, sob a orientação de Maria Angelina e Eduarda Mestre.
Esta comemoração integra o ciclo das festividades da Primavera, como os Maios e tantas outras que acompanham a renovação da natureza.No sentido de assegurar a continuidade dos enfeites, tradição que se mantém em Tavira, o Museu Municipal programou para esta época do ano, oficinas dedicadas à construção de balões, flores, “chouriços” e bandeirolas, dirigidas às escolas (29 de maio e 06 de junho) e famílias (31 de maio e 07, 11 e 12 de junho, 14h30) com crianças com idades entre os 06 e os 15 anos.
A inscrição é obrigatória, devendo os interessados preencher a ficha de inscrição e remeter ao Serviço Educativo do Museu Municipal de Tavira, através do email edu.museus@cm-tavira.pt ou entregar na receção do Museu Municipal de Tavira - Palácio da Galeria (aberto de terça-feira a sábado, entre as 10h00 – 12h30 e as 14h00-17h30).

Mais informações através do número 281 320 500 (ext. 2304).

segunda-feira, 26 de maio de 2014




GRUPO BALOEIRO DA CARTARIA FESTEJOU A PÁSCOA/2014 COM O LANÇAMENTO DOS SEUS TRADICIONAIS BALÕES


Cartaria, aldeia localizada na freguesia de Albergaria-dos-Doze, concelho de Pombal, distrito de Leiria, realizou uma vez mais a sua tradicional Festa de Páscoa, nos dias 20, 21 e 22 de Abril de 2014.
Cumprindo a sua antiga tradição, foram construídos e lançados pelo grupo baloeiro da Cartaria, vários balões de papel seda coloridos, durante os três dias de festejos, conforme foi destinada a sua programação.
Esta tradição tão antiga da Páscoa, não possui registo e os habitantes mais idosos da Cartaria, também não tem ideia de quando a mesma teria começado. Sabe-se apenas que é praticada de há muitos anos e teve origem nas comemorações da Páscoa.
Sob a responsabilidade da AMCRC – Associação de Melhoramentos, Cultura e Recreio da Cartaria, a mesma promoveu outras iniciativas com a realização de bailes na sua Sede mas, sem dúvida que o momento mais aguardado por todos foi o fogo de artificio e os vários balões que encantaram as centenas de pessoas que não se foram embora sem apreciar os lançamentos.


Os balões foram lançados no decorrer dos três dias festivos, sendo que alguns dos quais subiram já em plena madrugada. Todos os lançamentos decorreram com êxito, o que para isso, muito ajudou as condições climatéricas que se fizeram sentir nesta época.
BalõesPortugal regista com agrado alguns momentos dos festejos e do lançamento de alguns dos seus balões, agradecendo a Srª Ana José, administradora da página da AMCRC-Cartaria no facebook , pela cedência das fotos.