ROTARY CLUB
PROMOVEU LANÇAMENTO DE BALÕES DE S. JOÃO NA FIGUEIRA DA FOZ
segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
ORDEM DOS
MÉDICOS DA SECÇÃO REGIONAL DO NORTE COMEMOROU SÃO JOÃO/2013 COM LANÇAMENTO DE
BALÕES
DUAS VIATURAS, BALÕES E
CONTENTORES DO LIXO INCENDIADOS NO S. JOÃO DO PORTO/2013
DUAS VIATURAS INCENDIADAS, ALGUNS CONTENTORES DO
LIXO E BALÕES QUE ARDERAM NO AR, FORAM ALGUMAS DAS OCORRÊNCIAS REGISTADAS PELOS
BOMBEIROS SAPADORES DO PORTO NA NOITE DE S. JOÃO.
Durante a
noite de S. João no Porto, os Bombeiros Sapadores do Porto foram
chamados para 18 ocorrências, oito delas relacionadas diretamente com incêndios
que resultaram dos festejos do S. João, festa popular que trouxe à cidade cerca
de um milhão de visitantes.
Duas situações
de fogo em automóveis, situações de incêndios em contentores do lixo e alguns
balões de S. João que arderam foram as principais ocorrências registadas em
zonas da cidade como a Rua João Pedro Ribeiro, o cruzamento com a Faria
Guimarães, a Praça de Lige ou a Calçada dos Ingleses, acrescentou fonte dos
Sapadores. Na Avenida dos Aliados, palco onde se lançaram centenas de
balões não houve ocorrências. O Balódromo montado na parte superior da avenida
para o lançamento dos balões do evento “S. João Baloeiro”, decorreu na maxima
tranquilidade, sendo que uma equipa dos bombeiros esteve de prevenção mas, não
foi necessária a sua intervenção. Tendo sido um dos festejos em que se lançaram
a maior quantidade de balões de sempre, também foi considerado um dos mais
calmos nas ocorrências em que os bombeiros estiveram sempre presentes.
Equipe de bombeiros esteve presente no Balódromo da Av. dos Aliados, apoiando o lançamento de balões no evento "S. João Baloeiro".
FESTAS DE S.
JOÃO/2013 CELEBRADAS EM
VILA DO CONDE
Vila do Conde pode não ter a fama de festejos de
São João como o Porto ou Braga mas, a cidade do litoral nortenho tem o mesmo
santo padroeiro e oferece aos visitantes dias de grande animação, envoltos numa
cultura local muito típica. È considerada mesmo a mais antiga celebração em
torno deste santo popular.
No dia seguinte, realizou-se a majestosa procissão
em honra de S. João Batista e à noite viveu-se um dos momentos mais
característicos destas festas com a tradicional ida ao mar. Juntaram-se os dois
grandes grupos (Praça e Monte) que percorrem as ruas da cidade até à praia,
onde é costume ir mesmo molhar os pés ao mar. Este foi um dos momentos que mais
seduziram os muitos turistas que visitaram Vila do Conde neste período
ARCOS
DE VALDEVEZ CELEBROU O
S. JOÃO/2013
Seguindo a tradição, as
Festas Sanjoaninas regressaram a Arcos de Valdevez, mais propriamente ao Largo
da Valeta, entre os dias 21 e 24 de Junho, proporcionando à população arcuense
muita animação e divertimento.
Tal como nos anos transatos o programa foi repleto
de animação, tendo começado as festividades às 9h00 do dia 21 com a Alvorada
dos Grupos de Bombos e às 10h00 as Marchas dos Infantários. No dia 22 a Valeta
recebeu o Grupo musical Night Shadow; e no dia 23 tiveram lugar a exibição das Marchas
Sanjoaninas na Avenida Marginal, bem como a atuação do
Grupo Carlos Rodrigues no largo da Valeta; o último dia das festividades (24 de
junho) ficou reservado para a celebração da Eucaristia, durante a tarde, e à
noite a festa continuou com o Baile, ao som do Grupo Microsom. Mais tarde, uma
bela sessão de Fogo-de-artifício, junto à Praia Fluvial da Valeta, assinalou o
encerramento dos festejos.
As Festas Sanjoaninas foram organizadas pela Folia
em colaboração com o município arcuense.
FESTAS DE S. JOÃO/2013
DE CASTELO DE PAIVA
As grandiosas Festas de S. João 2013
de Castelo de Paiva realizaram-se com a atuação das marchas infantis e um
programa bem atrativo para o espaço do Largo do Conde, bem no
"coração" da urbe paivense, naquele que foi o início de quatro dias
de grande animação e folguedo.
Por terras de Paiva, a tradição ainda se vai mantendo e os paivenses prepararam-se,
uma vez mais, em maré de Santos populares, para comemorar com grande alegria e
animação, as Festas de S. João, tempo de foliões à solta, de loucura e
folguedo, num ambiente único e de convivialidade que nesta terra, até deu
direito a Feriado Municipal.
Registando uma forte adesão por parte da população, as festas São Joaninas
atrairam milhares de visitantes, em busca da diversão, da animação tradicional,
do premiado vinho verde e da famosa gastronomia regional.
O
DE MAIOR TRADIÇÃO NA REGIÃO
Manifestação popular que se realiza
desde 1969, o S. João de Castelo de Paiva é considerado o de maior tradição na
região e para o confirmar não faltaram os habituais atrativos, evidenciados num
programa ambicioso e privilegiado.
A música popular, as bandas de música, os grupos musicais e as marchas populares foram participações que estiveram neste evento festivo que não passou sem as tradicionais barracas de comes e bebes, os divertimentos mecânicos, os bailaricos, a animação de rua e a típica festa da sardinha assada e vinho verde, que a autarquia distribuiu gratuitamente á população, no final da tarde de segunda-feira, dia 24.
A música popular, as bandas de música, os grupos musicais e as marchas populares foram participações que estiveram neste evento festivo que não passou sem as tradicionais barracas de comes e bebes, os divertimentos mecânicos, os bailaricos, a animação de rua e a típica festa da sardinha assada e vinho verde, que a autarquia distribuiu gratuitamente á população, no final da tarde de segunda-feira, dia 24.
sábado, 13 de julho de 2013
HISTÓRIA
DAS FESTAS DE S. JOÃO DE BRAGA RETRATADA EM CARTAZES
No Posto de Turismo de Braga esteve patente ao
público uma exposição alusiva às Festas de São João, que resultou de uma
recolha de Evandro Lopes. A mostra “As origens do São João de Braga – 1150 a
1978” é constituída por uma centena de réplicas de cartazes das sanjoaninas
bracarenses e de recortes de textos que documentam as festividades ao longo dos
tempos.“Um espólio único”. Foi desta forma que Vítor Sousa,
presidente da Associação de Festas de S. João caracterizou a exposição ontem
inaugurada no Posto de Turismo, intitulada ‘As origens do S. João de Braga, de
1150 a 1987’, da autoria de Evandro Lopes, inventariador e investigador.
Composta por uma centena de cartazes que, pela
primeira vez na história da cidade, foram apresentadas ao grande público, a
mostra retratou a história das festas sanjoaninas na cidade dos Arcebispos
desde os seus primórdios ou, pelo menos, desde o tempo em que há acesso a
registos escritos.
Com uma visualização e leitura atentas, os visitantes
ficaram a conhecer um pouco de como os nossos antepassados, por exemplo,
preparavam o programa das festas.
“Esta exposição reflete memória e sempre que
tivermos oportunidade de reflectir a memória da nossa cidade, das nossas
gentes, a memória do S. João, celebramos aquilo que denomino a alma da nossa
cidade”.
Os trabalhos apresentados demonstraram ainda
segundo o presidente da associação, o empreendedorismo, a dinâmica, a vontade
existentes em diferentes épocas. “O S. João é uma festa que marcou momentos
muito significativos, não só no concelho, mas fundamentalmente, na afirmação de
Braga no contexto nacional. Houve momentos do S. João que foram históricos e
que marcaram a cidade no panorama nacional”, prossegue o também vice-presidente
da câmara de Braga.
Sob o ponto de vista da criatividade, os cartazes
expostos demonstraram também o bom gosto e criatividade que sempre imperou na
realização destas festas, sobretudo, no que diz respeito ao seu designe e
imagem. Neste âmbito, o presidente da associação de festas destacou um homem
que marcou de forma singular este percurso: o mestre José Veiga.
Vítor Sousa garantiu que o espólio vai continuar
a ser pesquisado, considerando que se torna importante trazê-lo à luz pública
permitindo às pessoas a possibilidade de conhecer este percurso. “No percurso
do S. João está também muito do percurso das nossas gentes e da nossa cidade,
do nosso concelho”.
Nesse sentido, o responsável dirigiu, em nome da
associação e do município de Braga, palavras de agradecimento e reconhecimento
ao autor deste trabalho, “um homem preocupado com a busca da história, e
fundamentalmente, com um trabalho de levantamento que não é fácil”.
Evandro Lopes, autor deste trabalho, confessou ter tido a ideia de fazer a história de Braga “tipo livro aberto”.
Depois de anos de pesquisa, o inventariador e
investigador, chegou à conclusão de que as festas de S. João deverão ter 1700
anos. “Sempre que se encontra uma coisa muito antiga, nota-se que o S. João já
existia”.
Com denotada paixão pela pesquisa e pela
história em parte incutida pelo seu pai, Evandro diz que este trabalho fez
parte da sua vida.
“São coisas que fui guardando ao longo da vida”,
disse o responsável, revelando que existem mais cartazes e que por isso,
inicialmente, se pensou uma mostra que comportaria duzentos cartazes.
FUTURO MUSEU DEVERÁ ACOLHER ESPÓLIO DA
ASSOCIAÇÃO DE FESTAS
Durante a cerimónia de inauguração, Evandro
Lopes lançou um desafio ao presidente da Associação de Festas de S. João no
sentido que este espólio estivesse patente, de forma permanente, numa casa-sede
da Associação de Festas de S. João, onde tantos os bracarenses, como os
turistas que visitam a cidade, “possam situar-se no espírito do S. João”.
O inventariador foi mais longe, ao dizer que a
estrutura poderia albergar ainda objetos de grande valor histórico dados por
particulares, objetos que retratassem a história de Braga. Na qualidade de
presidente da associação e vice-presidente da autarquia bracarense, Vítor Sousa
referiu que esta questão já justifica a criação de um museu da cidade.
“Um museu da alma da cidade, da memória da nossa
cidade. Este espólio, que não é da associação, mas de todos os bracarenses, é
um espólio que vai continuar a ter caminho e merecerá nesse museu um espaço
digno”.
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